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Archive for julho \30\UTC 2012

Area no Kishi ainda está em andamento e Jormungand tem continuação já prevista. O que falta é…

Hiiro no Kakera

No post eu apresentei otimismo em relação à qualidade técnica mas ressaltei a falta de força na história e baixa qualidade nos personagens. Acertei, sem dúvidas. Eu só não previa que teria um nível de execução tão ruim. Foi um anime de boa qualidade técnica, mas seus personagens muito estereotipados e uma história sem grandes atrativos estragaram tudo. Até a parte romântica conseguia ser excessivamente melosa.

O ponto positivo que ficou foi as partes de ação, que mantiveram qualidade. E pra quem gosta dos personagens, pode ter sido algo bom de ver.

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Como é uma sexta-feira e na quarta tivemos um título meio sombrio, hoje vamos com música! O encerramento do anime de Starry Sky, Starry Days. A versão normal é cantada pelos seiyuus de Amaha Tsubasa, Yoh Tomoe e Azusa Kinose. Um dos melhores encerramentos que já ouvi, e com ótima versão instrumental.

Normal

Instrumental

Boa Sexta-feira para todos!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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The Ring (Mangá)

Mangá escrito por Koji Suzuki e Hiroshi Takahashi, ilustrado por Misao Inagaki. Lançado em 1998 no Japão, com 2 volumes. No Brasil, foi publicado pela Conrad. Gênero: Terror/Mistério/Sobrenatural

 

História

Estranhas mortes andam acontecendo, relacionadas a um vídeo amaldiçoado, que traz a morte em 7 dias. Reiko Asakawa é uma repórter que cobre o caso e é tia de uma das vítimas. Ela vai para o local onde o vídeo foi visto pela última vez e acaba vendo o vídeo, sendo amaldiçoada também. Agora, cabe a ela descobrir um jeito de acabar com a maldição antes que seja tarde demais. Ela conta com a ajuda de seu ex-marido e tem como fonte de força o seu filho.

 

Comentário

Mangá de terror muito bom. O fato de ser antigo não pesa muito nesse mangá. Tem um traço mediano, não muito bom no design de personagens. No entanto, a sua produção e detalhes nos ambientes e nos aspectos mais sinistros são excelentes. Isso cria todo um ambiente de terror muito bom.

A história segue a da conhecida produção cinematográfica, fazendo uma adaptação. O único elemento que não tem no mangá é a chamada telefônica. Isso pode ser visto como ruim, pois o que dava um toque aterrorizante no filme era o telefone tocando e a mensagem de morte. No mangá, a mensagem de morte está no vídeo. Os personagens são bons, em especial o ex-marido de Reiko. Embora desenvolva pouco a questão familiar (a solidão do filho de Reiko e demais problemas), isso também cativa.

Um excelente mangá de terror, que é muito bom na sua proposta principal. Cria suspensa e momentos de terror e apreensão.

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Rinne no Lagrange

Dessa vez vai até 24 episódios. Pelo que foi mostrado da continuação, não dá para se empolgar tanto. Só segue com a proposta, fazendo mais forte a parte Yuri (um apelo desnecessário, em minha opinião). No entanto, tem muita possibilidade de se firmar bem se elaborar melhor a proposta.

Dog Days Dash

A continuação de Dog Days exibe uma qualidade relativamente melhor e com uma boa proposta de sequência. A fórmula não mudou e tem muito ecchi, como na primeira temporada. Quem gostou de primeira, deve gostar dessa continuação.

Kyoukai Senjou no Horizon II

Pessoalmente, era uma continuação que eu aguardava ansiosamente (junto com a de Kamisama Dolls). Não mudou muito tecnicamente, segue com sua ótima história e agora tem a chance de ser abordada muito melhor, agora que o todo terá 26 episódios. E como a parte mais lenta, que é da apresentação do plano de fundo e trama já foi, terá mais das interessantes lutas já mostradas. Promissor.

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Joshiraku

Mangá escrito por Kōji Kumeta e ilustrado por Yasu, lançado em 2009 e ainda em andamento com 4 volumes. Não é publicado no Brasil. Em 2012, ganhou anime, que terá 12 episódios. Gênero: Comédia/Slice of life

 

História

A história de Joshiraku é sobre 5 garotas que fazem apresentações rakugo, onde a pessoa fica sentada na frente da platéia fazendo um diálogo cômico, mudando a voz para fazer personagens. As garotas basicamente conversam entre elas e discutem coisas. As conversas tomam rumos bem inusitados.

 

Comentário

Boa série de comédia. O mangá tem um bom traço e faz bem os diálogos. O anime possui um bom gráfico, com qualidade nos cenários e nas personagens. A trilha sonora tem pouco destaque e a animação é boa.

Não se pode dizer que a série tenha uma “história” propriamente dita e forte. É apenas a conversa entre as garotas. No entanto, essas conversas são bem engraçadas, fazendo sátiras bem legais com os assuntos cotidianos. As personagens são boas e cativantes, afinal, enaltece-se que o foco é ressaltar as qualidades delas. Se você quer ver algo bem simples, Joshiraku pode ser uma boa!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Novel escrita por Reki Kawahara (mesmo autor de Accel World) e ilustrada por Abec, lançada em 2009 e ainda em andamento, com 10 volumes. Em 2010, ganhou mangá ilustrado por Tamako Nakamura, publicado até 2012. Ainda em 2010, ganhou mangá de 4koma (paródia), ilustrado por Juusei Minami. Em 2012, ganhou novo mangá, ilustrado por Hazuki Tsubasa e um anime, que terá 25 episódios. Ainda terá um game, com poucos detalhes revelados até agora. Nenhum dos mangás e a novel são publicados no Brasil. Gênero: Ação/Sci-fi/Romance/Drama

 

História

No ano de 2022, um novo MMORPG foi lançado, Sword Art Online (SAO). O jogador usa um capacete, o Nerve Gear, para entrar no mundo do game com sua mente. Anteriormente, poucas pessoas tiveram acesso à versão Beta. Kirito, o protagonista, foi uma dessas pessoas.

Estranhamente, os jogadores não conseguiam fazer logout. Akihiko Kayaba, criador do SAO, aparece diante deles e diz que, para alguém sair, precisa ir ao 100º andar da torre do game e derrotar o último chefão. A morte no game seria a morte na vida real. Os jogadores se veem presos e com risco real de morte. Além disso, os avatares dos personagens mudam para o que a pessoa é no mundo real. Kirito busca sair do SAO, encontrando aliados como Asuna no meio do caminho.

 

Comentário

Grande série. A novel é muito interessante e suas ilustrações muito boas. Os mangás lançados fazem boas adaptações e possuem bons traços, mas, nada tão espetacular como a original. O anime tem muita qualidade gráfica, em especial nos vários cenários do game, muito bonitos. O design de personagens não é algo excepcional, mas é bom. A trilha sonora é boa em todos os momentos e a animação, fundamental para a ação proposta, igualmente boa.

Quem conhece .hack pode achar algumas semelhanças com SAO na sua história, mas são singelas. Em .hack as pessoas entravam em coma na vida real. Em SAO, morrem. O diferencial é que SAO foca mais o aspecto psicológico dos personagens em uma situação de muito risco, o desenvolvimento necessário dentro do game e as relações, algo delicado nessa condição.

Os personagens são um ponto forte. Kirito consegue se diferenciar muito de protagonistas de títulos shounen. Asuna e outros que se juntam ao grupo também são muito interessantes. A ação é frequente e bem feita, tem um foco romântico e seus momentos mais cômicos. Vale a pena conferir!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Série de light novels lançada em 2007, escrita por Romeo Tanaka e ilustrada por Tōru Yamasaki até 2011, quando foi substituído por Sunaho Tobe. Em 2012, ganhou mangá ilustrado por Takuya Mitomi, que não é publicado no Brasil. No mesmo ano, também ganhou anime, que terá 12 episódios. Gênero: Fantasia/Comédia

 

História

Há muito tempo que a humanidade entrou em franco declínio. Logo ela estaria extinta e em seu lugar as fadas emergiram como dominantes. A personagem principal (chamada de Watashi, que significa “Eu” em japonês) trabalha como mediadora das Nações Unidas entre os humanos e as fadas. Na sua terra natal, ela tenta resolver várias situações internas e relacionadas com as fadas.

 

Comentário

Série muito interessante, com originalidade e muito humor negro. A novel é realmente muito boa, com ilustrações realmente muito boas e com grande profundidade. O anime é muito bom, com um gráfico bem feito e com um visual que se encaixa bem com o clima de fantasia da série. A parte sonora é igualmente boa, junto com a animação. Tecnicamente, muito bom.

A história é o maior atrativo. Em muita série com um cenário apocalíptico assim quase dá pra prever os rumos da história. Essa não, pois tem a questão das fadas e usa de um humor nonsense junto com um humor negro fazendo algo bem peculiar. Além dessa liga dos humores o plano de fundo da história é interessante. Quem achar que essa série é inocente, vai se surpreender muito. Os personagens são muito bem feitos e elaborados, com a peculiar característica de não terem nomes definidos. Recomendo!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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