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Archive for fevereiro \29\UTC 2012

Anime no Kizuna no Shorty Awards

O Shorty Awards é uma premiação das redes sociais, pouco conhecida por aqui. É chamada de “Oscar das redes sociais”. Os eleitores são, na sua grande maioria,  usuários do Twitter. Com muita honra, recebi 562 votos e fiquei em 4º lugar na categoria Blogger, sendo um dos finalistas.

Fiquei muito feliz com isso, certamente. Eu não fiz nenhum post no blog ou no twitter  pedindo votos ou algo do tipo, pois isso seria um desrespeito aos leitores. O mais importante é que o Anime no Kizuna conseguiu visibilidade, sendo um dos únicos blogs de animes/mangás concorrendo fortemente. Essa boa colocação na competição mostra a grandeza dos leitores e é um incentivo para continuarmos com nosso bom trabalho. Muito obrigado e vamos em frente!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Houkago no Charisma

Mangá escrito e ilustrado por Kumiko Suekane, lançado em 2009 e ainda em andamento, com 6 volumes até o momento. Não é publicado no Brasil. Gênero: Escolar/Sci-fi/Drama

 

História

O mundo vive uma era avançada na engenharia genética, com uma grande produção de clones. A academia St. Kleio é uma escola voltada aos clones de figuras históricas, que nem Napoleão, Rasputin e até Hitler. O único aluno não-clone é o filho de um dos cientistas que lida com o projeto de clonagem, Shirou Kamiya. Ele se sente deslocado na escola, por ser o único não-clone. No entanto, todos os outros sentem muita inveja de Shirou, pois ele é um humano de verdade, que não está preso ao destino de um original. Os clones começam a temer mais ainda pelas suas vidas quando o clone de John F. Kennedy morre em uma campanha eleitoral, da mesma forma que seu original morreu. Agora os clones tentam mudar seus destinos, ao mesmo tempo em que uma organização que quer eliminar todos os clones começa a agir e Shirou tem uma grande reviravolta em sua vida.

 

Comentário

É um mangá muito interessante. Tem um traço bom, em especial nos cenários, com grande clareza nas cenas com mais ação. No entanto, o traço de alguns personagens não é lá muito bom. A história é muito interessante e promissora. É interessante ver como que os clones das figuras históricas agem. Por exemplo, o clone de Hitler é um garoto muito dócil. Pela idade deles no enredo, parece que eles só estão com típicos dilemas da adolescência, mas a coisa é muito mais profunda que isso. O plano de fundo, o mundo já acostumado com a clonagem, é também um atrativo. Os ricos chegam a requerer um clone de um músico famoso para tocar algum instrumento em uma festa. Alguns defendem que os clones também são pessoas e outros acham que eles são completamente desprezíveis e substituíveis.

O desenvolvimento dos personagens é muito bom, com seus dramas e idéias sendo bem mostrados. Além disso, os clones realmente agem que nem seus originais, tornando interessante ver como que seria Freud, Napoleão e rainha Elizabeth conversando juntos. Recomendo!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Switch (OVA)

OVA lançada em 2008, sendo uma adaptação do mangá de mesmo nome. Tem apenas 2 episódios. O mangá já foi falado no blog. Para acessar o post, clique aqui. Gênero: Ação/Investigação/Drama/Mistério

 

História

A história da OVA segue o mesmo princípio do mangá, sendo apenas um dos vários casos relacionados com drogas.

Kai Eto e Hal Kurebayashi são dois novos agentes do Departamento de Controle de Narcóticos do Japão (Matori). Como o nome sugere, o departamento lida com traficantes, gangues e crimes relacionados com drogas. Kai é um jovem de 22 anos com aspecto muito gentil e inocente, mas quando está em uma situação que envolva dor ou choque emocional, muda completamente de personalidade, tornando-se agressivo e muito bom em combate. Hal é muito mais sério e aparentemente insensível. Ele busca pistas para descobrir “Switch”, que está relacionado com o desaparecimento do seu pai e até com o passado de Kai. Para tal, continua a trabalhar sem parar, resolvendo vários casos.

 

Comentário

É uma boa OVA que deixa a desejar no seu enredo, forçando o expectador a ler o mangá (que é uma boa pedida). Tem um gráfico muito bom, detalhado e vívido, seguindo com o bom design de personagens do mangá, com pequenas diferenças. O som é bom, mas não é algo muito marcante. A música de abertura e a de encerramento que são notáveis. A animação é bem feita em todos os momentos.

Um ponto fraco é a história. A OVA não apresenta muito bem os personagens e a proposta e deixa muitas coisas não respondidas. Há apenas menções ao mistério de Switch, mas nada muito aprofundado. Como não há menção à história em geral, a OVA se mostra apenas mais um caso investigativo, totalmente isolado. Para entender melhor a coisa, é muito recomendável ler o mangá. Switch poderia render uma animação muito mais longa e fiel ao enredo original.

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Chihayafuru

Chihayafuru, escrito por Yuki Suetsugu possui 15 volumes encadernados (até dezembro de 2011) foi serializado pela Be Love desde 2007 é atualmente publicada pela Kondasha. Devido ao sucesso do mangá anunciou-se o anime em Maio de 2011. O anime estreou na Nippon Television Network Corporation (NTV) no dia 5 de outubro.

A repercussão da série aumentou a popularidade do jogo Karuta Competitivo, o qual é retratado em Chihayafuru.

História

Chihaya Ayase é uma garota simples que tem como sonho ver sua irmã sendo a Top Model do Japão, “porém não podemos tomar como nosso sonho a realização de uma pessoa”. É isso o que diz Arata Wataya, claro que não dessa mesma forma.

Arata Wataya.Sonho:Ser mestre em karuta.

Wataya saiu de Fukui onde aprendeu a jogar karuta com seu avô e se mudou para Tóquio, morando com sua mãe e cursando o fundamental na mesma classe que Chihaya, ele até então não tinha amigos até conhecê-la. Era sempre motivo de gozação da sala e quase nunca falava e o pouco que falava era motivo de “chacota” dos colegas.

É por intermédio de Wataya que Chihaya aprende a jogar karuta e, assim, decide tomar o karuta como um sonho seu, mas é claro que decidiu isso com o embalo da amizade gerada pelo jogo. Então temos 3 grandes amigos de infância ocasionados pelo jogo.

Um momento. Dois amigos já foram. Está faltando o terceiro. Chama-se Taichi Mashima e é conhecido no fundamental por ser o cara que consegue fazer tudo. A princípio ele tem desavenças com Wataya (que nos fazem odiá-lo), mas logo depois os três se tornam companheiros. E é no primeiro episódio , quando Chihaya e Taichi se reencontram no colegial que surge um longo flashback mostrando toda a infância deles ,da qual parte já contei durante toda esta sinopse.

Karuta.:Baseado na memorização de poemas japoneses.

Comentário

Achei um ótimo shoujo, irá entrar para minha lista de recomendações shoujo. Sou suspeito para falar do gênero, mas achei Chihayafuru uma excelente franquia. Sabe aqueles animes que vemos e sentimos a emoção do jogo (que os personagens jogam no anime ou mangá) e não entendemos “zorra” (desculpe, mas não vi palavra melhor para usar) nenhuma? Bem, isso não acontece em Chihayafuru, neste anime você consegue entender a dinâmica do jogo, o que o torna ainda mais atrativo.

O tema explora bem as emoções, mesmo tendo em cena um jogo competitivo que é o karuta. Sonhos. Belo tema também. E não podemos criticar os gráficos e os efeitos sonoros, tudo encaixa-se perfeitamente.

Agora eu não posso ficar falando tudo para vocês , esta é a minha opinião ,assistam e tire as suas próprias.

-kiryuu (@zeroo0_00)

Nota.:Cuidado com minha sombra no twitter.

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Switch

Mangá feito por Naked Ape (Saki Otoh e Nakamura Tomomi). Lançado em 2002 e finalizado em 2008, com 13 volumes. Não foi publicado no Brasil. Em 2008, ganhou OVA de dois episódios. (A OVA será abordada individualmente em futuro post). Gênero: Ação/Investigação/Drama/Mistério

 

História

Kai Eto e Hal Kurebayashi são dois novos agentes do Departamento de Controle de Narcóticos do Japão (Matori). Como o nome sugere, o departamento lida com traficantes, gangues e crimes relacionados com drogas. Kai é um jovem de 22 anos com aspecto muito gentil e inocente, mas quando está em uma situação que envolva dor ou choque emocional, muda completamente de personalidade, tornando-se agressivo e muito bom em combate. Hal é muito mais sério e aparentemente insensível. Ele busca pistas para descobrir “Switch”, que está relacionado com o desaparecimento do seu pai e até com o passado de Kai. Para tal, continua a trabalhar sem parar, resolvendo vários casos.

 

Comentário

Excelente mangá de investigação e força policial. Tem um bom traço, limpo e simples, com cenários bem simplificados. Algumas cenas de ação podem ser mais difíceis de compreender, no entanto. Possui um bom design de personagens. A história é muito interessante, se desenvolvendo a cada capítulo e caso, de forma gradual e boa. Aliás, todos os casos são bons (alguns são muito melhores que outros), passando excelentes mensagens sobre a mentalidade humana. Mostra o porquê das pessoas se envolverem com drogas, e isso é muito bom.  O clima do enredo é sério, mas tem um bom alívio cômico, deixando a leitura algo mais leve.

Os personagens recebem excelente desenvolvimento, inclusive os que aparecem mais tarde na história. Os seus históricos e crenças são bem mostrados, em especial nos capítulos extras. O segredo por trás de “Switch” é muito intrigante, captando a atenção do leitor. Pessoalmente, esse foi um dos poucos mangás que me deram tristeza quando estava prestes a acabar, pois queria que tivesse continuado por mais tempo. Uma das maiores virtudes do mangá é explorar bem a questão das drogas e como elas podem arruinar a vida das pessoas. As drogas não têm nenhuma valia para ninguém e não podem ser toleradas ou legalizadas de jeito NENHUM.

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Bloody Monday

Mangá escrito por Tadashi Agi e ilustrado por Megumi Kouji. Tem 3 temporadas. A primeira foi lançada em 2007, com 11 volumes. A segunda (Bloody Monday Season 2  Pandora no Hako) em 2009, com 8 volumes. A última (Bloody Monday Final Season) começou em 2011 e ainda está em andamento, com 17 capítulos até o momento. Não é publicado no Brasil. Ganhou um TV drama em 2008 (abordando a primeira temporada) de 11 episódios e em 2010, teve a continuação. Gênero: Mistério/Thriller/Sci-fi

 

História

Fujimaru Takagi é aparentemente um estudante comum do ensino médio, mas na verdade é um formidável hacker, chamado de Falcon. Seu pai é um respeitado agente da Third-I, uma agência de segurança pública do Japão. A Third-I conta com Fujimaru para decodificar um chip de um agente russo que foi morto no Japão. O chip continha informação sobre um potente vírus que causou o Christmas Massacre, que matou várias pessoas na Rússia, e que agora estava no Japão, na mão de terroristas. Agora Fujimaru deve usar suas habilidades para proteger o país do Bloody Monday, o plano dos terroristas. Isso não será fácil, pois terá que lidar com os problemas de saúde da irmã, a segurança dos amigos, espiões infiltrados, a falsa acusação de assassinato ao seu pai e outras coisas.

 

Comentário

É uma série e tanto. Tem um bom traço, que vai melhorando visivelmente ao longo do tempo, com bons cenários e design de personagens, tudo bem detalhado e produzido. A história é interessante, mostrando ser mais do que só um combate ao terror. Envolve conflitos psicológicos e de estratégia. Nunca se sabe quem poderia ser um espião inimigo, sendo que alguns parecem ser mais óbvios do que outros.  Além disso, a história muda de rumos em várias ocasiões, surpreendendo o leitor. Os personagens recebem um bom desenvolvimento, com cada um deles podendo ser crucial para o enredo. Há o típico caso dos adolescentes serem incrivelmente mais espertos do que os adultos, havendo pouca margem para evolução de alguns personagens.

A primeira temporada, que apresenta a proposta geral, é muito boa. A segunda não mostra muita inovação, servindo mais como uma ponte para a temporada final, onde vemos que Bloody Monday é muito mais do que aparenta ser. O ritmo em geral é muito acelerado, com ação quase ininterrupta. Isso pode ser bom para quem gosta disso, mas de vez em quando é bom uma série diminuir o ritmo, para que o leitor possa melhor absorver algumas informações. Quem gosta de séries desse gênero  (como 24 Horas) vai gostar muito de Bloody Monday. Recomendo!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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Nesse ano tivemos mais imagens que em 2010, isso é muito legal de se ver! Obrigado a todos que participaram! Os 5 jurados foram os autores @GabiMTG e @Italink_chan, o ex-autor @PirosMTE, o leitor que mais comenta, @lzayaOrihara e o também leitor e 6º moderador da @Moon_Tree_Guild, @TakashiMashiro7. Para avaliar, cada um deu uma nota de 0 a 10 para as imagens. As que tiveram as melhores médias venceram. Eis as 5 melhores imagens!

 

Vencedor – D.N. Angel, por @HanabusaAidou

Campeão indiscutível, com média 10. “O melhor em termos de estética, além de representar bem a série” – @TakashiMashiro7

2º lugar – Toshokan Sensou, por @Icey_sun

Perdeu por pouco, com média 9,7. “Uma imagem que expõe bem o tema da série, com todos os conflitos por causa da censura dos livros. Genial a montagem” – @GabiMTG

 

3º lugar – Tegami Bachi, por Anise

Boa imagem, cumpre o papel de ser minimalista e o plano de fundo é excelente, sendo fiel ao cenário da série, que conta com apenas um sol artificial” – @lzayaOrihara

4º lugar – Keitai Shoujo, por Chris

 

5º lugar – Black Cat, por @LayfonWolfstein (campeão de 2010)

 

Agora, os “Destaques da Criatividade”

Darker than black – Por Alan

Para entenderem nossa indignação, vejam  o “Destaque da criatividade” de 2010

 

Captain Tsubasa (???) – por Douglas

Sobre essa imagem que esbanja criatividade e de pouca coerência, a gente só acrescentaria isso:

créditos ao Kibe Loco

Obrigado por participarem! Até a próxima!

-by Ryuh (@GabiMTG)

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